quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Ritual do Sabbat Samhain Em muitas tradições wiccanas, é costume o Bruxo jejuar um dia inteiro antes de realizar o Ritual do Sabbat Samhain. Após o banho ritual com água salgada para limpar seu corpo e sua alma de todas as impurezas e energias negativas, coloque uma veste cerimonial longa e preta (a menos que prefira trabalhar sem roupa, como fazem muitos Bruxos), use um colar de bolotas feito a mão em torno do pescoço e coloque uma coroa de folhas de carvalho na cabeça. Comece traçando um círculo de 3m de diâmetro, usando giz ou tinta branca. Coloque 13 velas pretas e cor de laranja em torno do círculo e à medida que for acendendo cada uma diga: VELA SAMHAIN DO FOGO TãO BRILHANTE CONSAGRE ESTE CíRCULO DE LUZ. No centro do círculo erga um altar voltado para o norte. No centro do altar, coloque três velas (uma branca, uma vermelha e uma preta) para representar, cada uma, uma fase da Deusa Tripla. à esquerda (oeste) das velas, coloque um cálice com sidra e um prato contendo sal marinho. à direita (leste) das velas, coloque um incensório com incenso de ervas e uma pequena tigela com água. Diante das velas (sul), coloque um sino de altar de latão, um punhal consagrado e uma maçã vermelha. Faça soar três vezes o sino do altar e diga: SOB O NOME SAGRADO DA DEUSA E SOB A SUA PROTEçãO, INICIA-SE AGORA ESTE RITUAL DO SABBAT. Salpique um pouco de sal e água em cada ponto da circunferência em torno do círculo para limpar o espaço de qualquer negatividade ou influência maligna. Pegue o punhal com a mão direita e diga: OUçAM BEM, ELEMENTOS, AR, FOGO, áGUA E TERRA. PELO SINO E PELA LÂMINA EU VOS CONVOCO NESTA SAGRADA NOITE DE ALEGRIA. Mergulhe a lâmina do punhal no cálice com a sidra e diga: EU TE OFEREçO, OH, DEUSA, ESTE NéCTAR DA ESTAçãO. Coloque o punhal de volta no altar. Acenda o incenso e as três velas do altar e diga: TRêS VELAS EU ACENDO EM TUA HONRA, OH, DEUSA: BRANCA PARA A VIRGEM, VERMELHA PARA A MãE, PRETA PARA A ANCIã. OH DEUSA DE TODAS AS COISAS SELVAGENS E LIVRES, A TI ERGO ESTE TEMPLO SAGRADO EM PERFEITA CONFIANçA. Pegue o cálice com ambas as mãos e derrame algumas gotas da sidra sobre a maçã, dizendo: AO VENTRE DA DEUSA MãE RETORNA AGORA O DEUS, ATé O DIA EM QUE NOVAMENTE RENASCERá. A GRANDE RODA SOLAR GIRA MAIS UMA VEZ. O CICLO DAS ESTAçõES NãO TERMINA NUNCA. ABENçOADAS SEJAM AS ALMAS DAQUELES QUE VIAJARAM ALéM PARA O MUNDO ESCURO DOS MORTOS. EU DERRAMO ESTE NéCTAR EM HONRA à SUA MEMóRIA. QUE A DEUSA OS ABENçOE COM LUZ, BELEZA E ALEGRIA. ABENçOADOS SEJAM! ABENçOADOS SEJAM! Beba o restante da sidra e, então, coloque o cálice no seu lugar no altar. Faça soar o sino três vezes, desfaça o círculo apagando as velas de cores laranja e preta, começando do leste e movendo em direção levógira. Pegue a maçã do altar e enterre-a do lado de fora para nutrir as almas dos que morreram no último ano. O Ritual de Samhain está agora completo e deve ser seguido de meditação, divinação em bola de cristal, recital de poesia mística inspirada na Deusa e uma prece dos Bruxos pelas almas de todos os membros da família e dos amigos que passaram para o Plano Espiritual. Fonte: ‘Wicca – A Feitiçaria Moderna’, de Gerina Dunwich

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Vitalidade

Todos nós experimentamos alegria e bem estar ao beijo do sol*, mas só os ocultistas conhecem o porquê desta agradável sensação. Da mesma forma que o sol inunda de luz e calor o seu sistema, assim também derrama perpetuamente sobre ele outra energia ainda não suspeitada pela ciência moderna, a que se tem dado o nome de “vitalidade”, que atinge todos os planos e se manifesta nos planos físico, emocional, mental, etc. Contudo, limitaremos a considerá-la no plano físico, onde penetra alguns átomos cuja atividade aumenta imensamente e, de maravilhosa maneira ao anima e faz brilhar. Não se deve confundir a vitalidade com a eletricidade, pois, embora tenham alguns pontos de semelhança, a vitalidade atua bem distintamente da eletricidade, do calor da luz. Qualquer destas outras energias determina a oscilação do átomo em conjunto, e o tamanho da oscilação é enorme, comparado com o do átomo; mas a vitalidade chega ao átomo vinda do interior e não do exterior.
OS CHACRAS - AUTOR - C. W. LEADBEATER

domingo, 25 de dezembro de 2011

Espiritualizando seu Natal e Ano Novo preparando-se para um ano melhor


Espiritualizando seu Natal e Ano Novo preparando-se para um ano melhor.

É fácil fazer, adquira velas de sete cores: amarela, rosa, branca, verde, vermelho ou dourado, violeta e azul, reservem um local para acender uma por dia; o melhor local é na sala ou no seu altar, se tiver este espaço em casa.

Assim que adquirir as velas de tamanho normal ou decorativas, limpe-as passando um óleo para deixá-las de acordo com sua energia, boa é claro!

Tudo começa no dia de Natal:

Domingo, dia 25 de dezembro –
Dia do Primeiro Raio, Mestre El Morya e Arcanjo Miguel

Acenda a vela Azul, que corresponde ao Raio Azul de Fé e Proteção. Peça para afastar, proteger de toda influência maléfica ao redor de sua pessoa, lar, trabalho, cidade e país, a fim de que se realize o Plano Divino.



.Segunda feira, Dia 26 de dezembro
Dia do Segundo Raio, Mestre Lanto ou Kutumi, Arcanjo Jofiel

Acenda a vela Amarela ou Dourada, pedindo Iluminação, e solução para todos os seus problemas e aos da Humanidade



. Terça feira, Dia 27 de dezembro
Dia do Terceiro Raio, Mestra Rowena e Arcanjo Samuel

Acenda a vela Rosa, que simboliza o Amor e Caridade, e peça Amor para o Planeta Terra, e para toda emanação de Vida que nele se manifesta.



Quarta feira, Dia 28 de dezembro
Dia do Quarto Raio, Mestre Serapis Bey e Arcanjo Gabriel

Acenda a vela Branca, que representa a Pureza, a Ressurreição e Ascensão e peça por Esperança, Entusiasmo por uma melhora em suas Vidas.



.Quinta Feira, Dia 29 de dezembro

Dia do Quinto Raio, Mestre Hilariom e Arcanjo Rafael

Acenda a vela Verde, que representa a Verdade, a Precisão da Lei e a Cura. Peça por Saúde, Verdade e que você possa irradiar somente Bondade e coisas edificantes.

.Sexta feira, Dia 30 de dezembro
Dia do Sexto Raio, Legiões dos Anjos, Mestre Jesus o Cristo, Mestra Nada e Arcanjo Uriel

Acenda a vela Vermelho Rubi e peça pela Abundância e Paz Divina, a Paz que ultrapassa a compreensão humana, e desenvolva sua capacidade especial que é o Amor por cada pessoa, cada lugar, cada coisa e circunstância nesta cidade, neste país e em todo o mundo.



Sábado, Dia 31 de Dezembro

Dia do Sétimo Raio

Mestre Saint Germain e Arcanjo Ezequiel

Acenda a vela lilás, que corresponde a Chama Violeta, e peça

Misericórdia Divina, Compaixão, Transformação através do Fogo Violeta






terça-feira, 18 de outubro de 2011

GET LUZ NO CAMINHO


Caros Membros e Simpatizantes da Sociedade Teosófica!

Informo a programação do Grupo de Estudos Teosóficos - GET "Luz no Caminho", de Balneário Camboriú, em continuidade ao estudo do livro "Autocultura à Luz do Ocultismo", de I.k.Taimni, publicado pela Editora Teosófica.
Lembrando que nossas reuniões se realizam na Rua 2700, n. 350, Balneário Camboriú.
Nossa programação está no site www.sociedadeteosofica.org.br
Estou à disposição por este email e pelo telefone (47) 8401-4412.

Um abraço, Aruani.




OUTUBRO

09/10/2011
21. Os Meios de Desenvolver a Devoção

22. Samadhi – A Técnica Essencial da Ioga

23/10/2011
23. Preparação para a Ioga

24. As Oito Subdivisões da Técnica Ióguica

domingo, 7 de agosto de 2011

A Vidência

A Vidência
Carlos Bernardo Oliveira

Allan Kardec recomenda provas positivas aos médiuns videntes.

Segundo Allan Kardec, os médiuns videntes são dotados da faculdade de ver os Espíritos. Há os que gozam dessa faculdade em estado normal, perfeitamente acordados, guardando lembrança precisa do que viram. Outros só a possuem em estado sonambúlico ou aproximado ao sonambulismo. Incluem-se na categoria de médiuns videntes todas as pessoas dotadas de dupla vista. A possibilidade de ver os Espíritos em sonho é também uma espécie de mediunidade, mas não constitui propriamente a mediunidade de vidência.

O médium vidente acredita ver pelos olhos, como os que têm dupla vista, mas na realidade é a alma que vê, e por essa razão eles tanto vêem com os olhos abertos ou fechados.

Devemos distinguir as aparições acidentais e espontâneas da faculdade propriamente dita de ver Espíritos. As primeiras ocorrem com mais freqüência no momento da morte de pessoas amadas ou conhecidas que vêm advertir-nos de sua passagem para o outro mundo. Há numerosos exemplos de casos dessa espécie, sem falar das ocorrências de visões durante o sono. De outras vezes são parentes ou amigos que, embora mortos há muito tempo, aparecem para nos avisar de um perigo, dar um conselho ou pedir ajuda - é sempre a execução de um serviço que ele não pôde fazer em vida ou o socorro das preces.

Essas aparições constituem fatos isolados, tendo um caráter individual e pessoal. Não constituem, pois, uma faculdade propriamente dita. A faculdade consiste na possibilidade, senão permanente, pelo menos freqüente, de ver os Espíritos que se aproximam, mesmo que estranhos. É esta faculdade que define o médium vidente.

Entre os médiuns videntes há os que vêem somente os Espíritos evocados, podendo descrevê-los com minuciosa exatidão. Conseguem descrevê-los nos menores detalhes dos seus gestos, da expressão fisionômica, os traços característicos do rosto, as roupas e até mesmo os sentimentos que revelam. Há outros que possuem a faculdade em sentido mais geral, vendo toda a população espírita do ambiente ir e, poder-se-ia dizer, entregue a seus afazeres.

Kardec, ainda em "O LIVRO DOS MÉDIUNS", relata o seguinte e singular episódio:

Assistimos, certa noite, à representação da ópera Óberon ao lado de um excelente médium vidente. Havia no salão grande número de lugares vazios, mas muitos estavam ocupados por Espíritos que pareciam escutar as suas conversas. No palco se passava outra cena; por trás dos atores muitos Espíritos joviais se divertiam em contracená-los, imitando-lhes os gestos de maneira grotesca. Outros, mais sérios, pareciam inspirar os cantores, esforçando-se por lhes dar mais energia. Um desses mantinha-se junto a uma das principais cantoras. Julgamos as suas intenções um tanto levianas e o evocamos após o baixar das cortinas. Atendeu-nos e reprovou o nosso julgamento temerário. - Não sou o que pensas - disse -sou o seu guia protetor; cabe-me dirigi-la. Após alguns minutos de conversação bastante séria, deixou-nos dizendo: -Adeus. Ela está no seu camarim e preciso velar por ela;

Evocamos depois o Espírito de Weber, autor da peça, e lhe perguntamos o que achava da representação. - Não foi muito má - respondeu -, mas fraca. Os atores cantam, eis tudo. Faltou inspiração. Espera - acrescentou - vou tentar insuflar-lhes um pouco do fogo sagrado! Vimo-lo, então, sobre o palco, palrando acima dos atores. Um eflúvio parecia se derramar dele para os intérpretes, espalhando-se sobre eles. Nesse momento verificou-se entre eles uma visível recrudescência da energia.

Kardec conta, em seguida, outro caso:

Assistíamos a uma representação teatral com outro médium vidente. Conversando com um Espírito espectador, disse-nos ele: - Estás vendo aquelas duas senhoras sozinhas num camarote de primeira? Pois bem, vou me esforçar para tirá-las do salão. Dito isso, dirigiu-se ao camarote das senhoras e começou a falar-lhes. Súbito as duas, que estavam muito atentas ao espetáculo, se entreolharam, parecendo consultar-se, e a seguir se foram, não voltando mais. O Espírito nos fez, então, um gesto gaiato, significando que cumprira a palavra. Mas não o pudemos rever para pedir-lhe maiores explicações.

Muitas vezes somos assim testemunhas (visuais) do papel que os Espíritos exercem entre os vivos. Observamo-los em diversos lugares de reunião: em bailes, concertos, sermões, funerais, núpcias etc., e em toda parte os encontramos atiçando as más paixões, insuflando a discórdia, excitando as rixas, motivando os apetites sexuais e rejubilando-se com suas proezas. Outros, pelo contrário, combatem essa influência perniciosa, mas só raramente são ouvidos... A faculdade de ver os Espíritos é uma dessas faculdades cujo desenvolvimento deve processar-se naturalmente, sem que se provoque.

Os médiuns videntes, finaliza Kardec, são raros e deve-se ter muitas razões para submetê-los ao crivo da observação. E prudente não lhes dar fé senão mediante provas positivas. Não nos referimos - sentencia Kardec - aos que alimentam a ridícula ilusão dos Espíritos-glóbulos.

A vidência propriamente dita independe dos olhos material, porque é uma visão anímica, a alma vê fora do corpo. É o que a Parapsicologia chama de percepção extrasensorial'. A dupla vista se manifesta sempre como um desdobramento da visão norma.
O exame de alguns efeitos óticos deram origem ao estranho sistema dos Espíritos-glóbulos. Esses efeitos óticos são considerados, por algumas pessoas, Espíritos. Afirmam que eles as acompanham: vão para a direita e para a esquerda, para cima e para baixo, conforme elas movem a cabeça.
Salvador, BA - Publicado na Revista Internacional de Espiritismo - O Clarim - Junho 1998