sábado, 23 de outubro de 2010
A VIDA É UM ECO...
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
O IRMÃO DE ASSIS:
domingo, 19 de setembro de 2010
PROTEÇÃO ENERGÉTICA:
“A doença, embora aparentemente cruel, nos ajuda a aprender as lições que precisamos saber. A doença não é punição. Existe para nos mostrar uma lição, e nunca será erradicada até que ela seja aprendida. Seu objetivo é trazer de volta o estado original de harmonia entre a personalidade e a alma. O fato de que um indivíduo ainda tenha vida indica que há esperança.’’ (Dr Edward Bach)
Todos nós sabemos as energias negativas é uma das maiores preocupações do ser humano. Procurar fugir delas é besteira. Ela nos alcança em qualquer lugar do planeta. Mas, podemos nos defender, começando a tomar uma série de atitudes e providências.
Abaixo segue seis dicas para começar a combatê-las.
1. NÃO TEMER NINGUÉM
Uma das armas mais eficazes na subjugação de um ser é impingir-lhe o medo. Sentimento capaz de uma profunda perturbação interior, vindo até a provocar verdadeiros rombos na aura, deixando o indivíduo vulnerável a todos os ataques.
Temer alguém significa colocar-se em posição inferior, temer significa não acreditar em si mesmo e em seus potenciais; temer significa falta de fé. O medo faz com que baixemos o nosso campo vibracional, tornando-nos assim vulneráveis às forças externas. Sentir medo de alguém é dar um atestado de que ele é mais forte e poderoso. Quanto mais você der força ao opressor, mais ele se fortalecerá.
As vias de acesso pelas quais as influências negativas podem entrar em nosso campo são as portas que levam à nossa alma, ou seja, a mente e o coração. Mantenha ambos sempre resguardados das energias dos maus pensamentos e sentimentos, e fuja das conversas negativas, maldosas e depressivas. Evite lugares densos e de baixo nível. Quando não puder ajudar, afaste-se de pessoas que não lhe acrescentam nada e só o puxam para o lado negativo da vida. O mesmo vale para as leituras, programas de televisão, filmes, músicas e passatempos de baixo nível.
sábado, 18 de setembro de 2010
EU, DOMADOR DE MIM:
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
A ORIGEM DO TRIGO:
A TEOSOFIA E O PÃO NOSSO DE CADA DIA.
Texto de: Cláudio Azevedo.
A Filosofia Esotérica afirma que o Trigo veio de Vênus; a uma Lenda Indígena diz o mesmo sobre a Agricultura e os Cereais.
As diversas fontes científicas disponíveis neste início de século 21 parecem concordar com a ideia de que o trigo nunca foi encontrado como planta nativa de algum país do nosso planeta, e que o seu uso agrícola se confunde com a origem da civilização humana, cuja memória histórica não vai muito além de 6 mil anos atrás. Pesquisas científicas admitem que o material genético das várias espécies do trigo é bastante complexo, se comparado com a maior parte das espécies de plantas. Também se constata que com o tempo surgiram cruzamentos do trigo com outras espécies de plantas gramíneas. Daí, provavelmente, a sua diversidade atual. Não há, em enciclopédias ou estudos conhecidos, uma informação que diga: “o trigo é natural de tal lugar ou país”.
Mesmo nos registros mais antigos, o trigo já aparece como uma espécie vegetal “domesticada” e não como um “mato nativo”. Ele parece ter sido sempre um resultado da agricultura. Esta planta herbácea, da família das gramíneas, está presente nas lendas de quase todas as religiões, e elas lhe atribuem uma origem divina. Os fenícios agradecem pelo trigo às suas divindades; os hindus dão grãos a Brahma. Para os gregos antigos, o trigo é um presente de Demeter, a deusa da agricultura, e para os romanos se trata de um presente da deusa Ceres: de “Ceres” vem o nome “cereal”. Os muçulmanos e cristãos também afirmam que a origem do trigo é celeste.
A filosofia esotérica tem uma explicação mais detalhada para a origem divina do trigo. A obra “A Doutrina Secreta”, de H.P.B. , foi escrita com base nos registros esotéricos da evolução do nosso planeta, que estão sob a guarda de sábios do Oriente. Referindo-se a um momento decisivo da evolução terrestre e humana, esta obra clássica afirma o seguinte:
“Frutos e grãos até então desconhecidos na Terra foram trazidos de outros Lokas [Esferas] pelos ‘Senhores da Sabedoria’, em benefício daqueles que governavam.” [1]
A passagem diz respeito a Vênus, porque é de lá que vieram os “Senhores da Sabedoria”. Pouco mais adiante, HPB menciona o fato de que o trigo jamais foi encontrado em estado silvestre em nosso planeta, e acrescenta:
“Podem encontrar-se as formas primitivas de todos os demais cereais, em várias espécies de ervas silvestres: o trigo, porém, tem desafiado até agora os esforços dos botânicos para descobrir-lhe a origem. E não esqueçamos, neste particular, quão sagrado era este cereal entre os sacerdotes egípcios; o trigo era colocado até mesmo junto de suas múmias, em cujos ataúdes foi encontrado milhares de anos depois.” [2] HPB lembra que, no livro egípcio dos mortos, vemos a deusa Ísis afirmar, seguindo a mesma linha das tradições de outros povos:
“Eu fui a primeira a revelar aos mortais os mistérios do trigo e dos cereais…”
H.P.B. também menciona o fato de que, segundo o I-Ching chinês, a agricultura surgiu graças “às instruções dadas aos homens pelos espíritos celestes”. [3]
Deste modo, podemos perceber facilmente um fato básico. Quando o cristianismo usa o pão em seus rituais, está adotando na realidade uma antiga tradição pagã, segundo a qual o trigo tem origem divina e extra-terrestre. Os vários mitos ocidentais e mais especificamente “A Doutrina Secreta” são confirmados também pela mitologia dos índios brasileiros Carajás.
Houve um tempo – diz uma lenda – em que a nação dos Carajás não sabia fazer roça, nem plantar o milho cururu, nem ananás, nem mandioca. A nação só vivia de frutas do mato, dos bichos terrestres que matava e de peixe. Naquela época, conta-se que um casal vivia com suas duas filhas.
Durante um certo anoitecer estrelado, a filha mais velha do casal olhou para Tahina-Can – Vênus, a “grande estrela” – e desejou fortemente viver com o planeta. Diante disso, o pai da moça riu. Ele disse que ninguém poderia alcançar Tahina-Can. A estrela vespertina estava muito longe.
O significado da passagem é que a humanidade olha para o alto em busca de ajuda em sua evolução. Ela aspira a algo maior, mas, inicialmente, a ajuda parece impossível.
À noite, quando todos dormiam, um velho de idade avançada surgiu e apresentou-se à moça. Disse que era Tahina-Can, Vênus, e perguntou a ela se queria casar com ele. Surpresa, ela disse que não. “Você é velho e feio”, explicou.
A velhice simboliza a sabedoria. A forma externa decepcionante serviu para testar o discernimento da discípula e saber se ela podia ir além das aparências. A humanidade de Vênus é mais velha e mais sábia que a humanidade terrestre. Porém, em geral, quando a ajuda do alto finalmente vem para os humanos, os mesmos que a pediram nem sempre estão dispostos a aceitá-la, porque ela não corresponde às expectativas criadas desde o ponto de vista da rotina e da ignorância. Neste caso específico, a ajuda vinda de Vênus pode ter sido rejeitada pelas sub-raças mais antigas da terceira raça-raiz, simbolizadas, na lenda, pela irmã mais velha.
Diante da reação da jovem, Tahina-Can começou a chorar. O choro de seres divinos simboliza não só a compaixão universal, mas também a irrigação, a purificação, a renovação da vida.
Denakê, a filha mais moça do casal, tinha um coração especialmente bondoso. Ela compadeceu-se do velhinho e disse que se casaria com ele. E ficaram juntos.
A bondade de coração abre as portas da sabedoria. O casamento entre o velho de Vênus e a filha mais moça do casal terrestre simboliza também a união alquímica entre eu superior – velho porque imortal – e o eu inferior, que é novo porque, sendo mortal, nasce outra vez a cada encarnação.
No dia seguinte, cedo pela manhã, o velho Tahina-Can, Vênus, foi trabalhar. Ele colheu sementes em um rio e criou a agricultura. Ele deu ao povo da terra os grãos e os cereais. E passou a usar um corpo físico jovem, adaptado ao processo terrestre. Assim se renovou o processo vital do nosso planeta. [4]
Esta tradicional lenda Carajá, do rio Araguaia, é mais uma validação no plano mitológico da afirmativa feita em “A Doutrina Secreta”, de que os sábios do planeta Vênus estão ligados à invenção da agricultura e ao começo do uso do trigo em nosso planeta.
Tais sábios deram vários tipos de apoio à evolução humana. Eles trouxeram ao nosso planeta o fogo da consciência, o princípio mental que nos faltava. Quando olhamos Vênus a cada anoitecer, ou quando comemos um pedaço de pão, vale a pena, portanto, lembrar que a evolução terrestre não é um processo isolado. Nosso ecossistema – nosso ambiente natural mais imediato – é o sistema solar.
NOTAS:
[1] Ver “A Doutrina Secreta”, de Helena Blavatsky, Ed. Pensamento, SP, volume III, p. 391. Na edição original em inglês “The Secret Doctrine”, de HPB, Theosophy Co., Los Angeles, ver volume dois, p. 373.
[2] “A Doutrina Secreta”, obra citada, volume III, p. 392.
[3] “A Doutrina Secreta”, obra citada, volume III, p. 393.
[4] “Lendas do Índio Brasileiro”, organização de Alberto da Costa e Silva, terceira edição, Ediouro, RJ, 300 pp., ver pp. 293-296.
Fonte:
http://blog.opovo.com.br
domingo, 15 de agosto de 2010
A PEDRA DO GUARDIÃO.

(Composição: Caetano Veloso)
Um índio descerá de uma estrela colorida e brilhante
De uma estrela que virá numa velocidade estonteante
E pousará no coração do hemisfério sul, na América, num claro instante
Depois de exterminada a última nação indígena
E o espírito dos pássaros das fontes de água límpida
Mais avançado que a mais avançada das mais avançadas das tecnologias
Virá, impávido que nem Muhammed Ali, virá que eu vi
Apaixonadamente como Peri, virá que eu vi
Tranqüilo e infalível como Bruce Lee, virá que eu vi
O axé do afoxé, filhos de Ghandi, virá
Um índio preservado em pleno corpo físico
Em todo sólido, todo gás e todo líquido
Em átomos, palavras, alma, cor, em gesto e cheiro
Em sombra, em luz, em som magnífico
Num ponto equidistante entre o Atlântico e o Pacífico
Do objeto, sim, resplandecente descerá o índio
E as coisas que eu sei que ele dirá, fará, não sei dizer
Assim, de um modo explícito
E aquilo que nesse momento se revelará aos povos
Surpreenderá a todos, não por ser exótico
Mas pelo fato de poder ter sempre estado oculto
Quando terá sido o óbvio.
PAYÊ SUMAN - O GUARDIÃO DO BRASIL.
CAMINHOS DE PAYE SUMAN:


